e, a árvore que plantou,
seus frutos eram sonhos
desejos e sorrisos,
foi regada com o sal dos olhos
seus sonhos,
o inseto devorou, satisfeito
deixou o fruto apodrecer
seus desejos
enraizados em um coração que não pulsa
sorrisos, secos como as folhas do outono
Nenhum comentário:
Postar um comentário